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Pesquisa da comScore aponta que o acesso à web cresceu no País mais do que a média global, somando 40 milhões de usuários ativos
Com 40 milhões de internautas ativos, o Brasil já é o oitavo país do mundo em número de usuários da web. O resultado é fruto de uma pesquisa da consultoria comScore divulgada nessa quarta-feira 9, que avalia o uso da internet em 43 países.

Segundo os dados divulgados, o Brasil possui, atualmente, 40 milhões de internautas ativos. Nesse total estão compreendidos somente os usuários com mais de 15 anos, que acessam a web frequentemente de suas próprias residências ou do trabalho. A comScore não considera como internautas ativos aqueles que acessam a rede de lan house ou de computadores públicos.

Em comparação com o ano anterior, o crescimento do número de internautas no Brasil foi de 20% - bem acima da média mundial, que ficou em 8%. Ainda segundo a pesquisa, os internautas do Brasil navegam, em média 24,3 horas por mês. Este tempo é duas horas superior ao da média global.

Com esse dado, o Brasil ficou na oitava posição entre as nações com maior número de internautas, ultrapassando o Reino Unido. Segundo previsões da consultoria, o País deve subir para a sétima posição em breve, uma vez que a difusão do uso da web e dos serviços de internet banda larga na nação continua em ritmo de expansão.

Veja a lista das nações com o maior número de internautas, segundo a comScore:

1 - China - 291,5 milhões
2 - Estados Unidos 180,9 milhões
3 - Japão - 73 milhões
4 - Alemanha - 49,3 milhões
5 - Rússia - 46,1 milhões
6 - França - 41,9 milhões
7 - Índia - 41,5 milhões
8 - Brasil - 40 milhões
9 - Reino Unido - 38,6 milhões
10 - Coreia do Sul - 30,2 milhões

Fonte: MM Online

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Seg, 31 de Janeiro de 2011 11:39

Internet brasileira rompe a barreira do bilhão

A internet brasileira ultrapassou a marca do R$ 1 bilhão de faturamento publicitário no ano passado. Fechados os números do Projeto Inter-Meios relativos aos meses de janeiro a novembro de 2010, o meio arrecadou R$ 1,06 bilhão com venda de publicidade, valor 28,1% maior que o registrado em igual período do ano anterior. Esse percentual é o maior entre as mídias auditadas pelo projeto, seguido pelo da TV por assinatura (24,6%), que faturou R$ 905 milhões.

No total, o faturamento dos veículos de comunicação com venda de espaço publicitário cresceu 19,2% entre janeiro e novembro do ano passado, em relação ao mesmo período de 2001. O valor chegou a R$ 23,6 bilhões. A maior fatia do bolo continua firme e forte nas mãos da TV aberta (63% de participação), que além de ter faturado expressivos R$ 14,9 bilhões, ainda por cima registrou o terceiro maior índice de crescimento (23,9%).

Jornais, revistas, rádio, mídia exterior e cinema tiveram crescimento abaixo da média do mercado. No caso dos meios impressos, o índice das revistas ficou em 14,9% (com faturamento de R$ 1,7 bilhão) e o dos jornais, em 4,1% (R$ 2,9 bilhões). As emissoras de rádio faturaram 12% a mais em 11 meses do ano passado (R$ 990,4 milhões) e os cinemas, 14% (R$ 81,6 milhões).

Já a mídia exterior como um todo viu seu faturamento se ampliar em 16,9%, chegando a R$ 688,3 milhões). O outdoor responde por mais de metade desse valor (R$ 381,9 milhões) e cresceu 16,1%, enquanto o digital out of home, apesar de ter faturado bem menos (R$ 131,8 milhões), teve crescimento expressivo de 63%. Entre as mídias pesquisadas, só no caso de guias e listas o desempenho foi negativo (em 10,3%), com arrecadação de R$ 298,6 milhões.

Informações mais detalhadas podem ser conferidas no site do projeto. O acesso é livre.

Fonte: m.hands.com.br

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Qua, 19 de Janeiro de 2011 11:16

Facebook atinge quase US$ 2 bi com publicidade

Empresa tem receitas publicitárias de US$ 1,86 bi em 2010, sendo 60% disso por parte de clientes de pequeno porte.

Prestes a chegar a 650 milhões de usuários no mundo, o Facebook está parecendo cada vez mais com o Google. Pelo menos no que tange ao modelo de suas receitas com publicidade, focada em empresas de pequeno e médio porte, a mesma estratégia que transformou o concorrente em um império de US$ 200 bilhões durante a última década.

De acordo com uma estimativa da eMarketer, o Facebook teve US$ 1,86 bilhão em receitas com publicidade no decorrer de 2010, uma alta de 86% em relação aos US$ 740 milhões observados em 2009. A maior parte, US$ 1,21 bilhão, veio de dentro dos Estados Unidos, mas em 2012 o cenário deve mudar, com um empate entre as receitas internas e externas.

O que surpreende, conforme apontou o Advertising Age, é que 60% do total de receitas veio de empresas pequenas, em um total de US$ 1,12 bilhão. Os grandes anunciantes, como Coca-Cola, Procter&Gamble e Match.com, responderam por US$ 740 milhões.

Confira abaixo os números, inclusive com projeção para 2012:

Fonte: MM Online

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Uma pesquisa feita pela consultoria TNS Research International apontou que os brasileiros costumam consultar sites antes de fazer uma compra e comentam suas experiências sobre produtos e serviços.

Segundo o levantamento, 92% dos usuários pesquisam sobre produtos ou serviços em sites de e-commerce ou comparam preços lojas virtuais e 76% procuram essas informações em fóruns ou blogs. O estudo constatou também que 56% dos entrevistados escrevem em blogs, 42% leem blogs de pessoas desconhecidas, 63% comentam experiências sobre produtos e serviços e 52% acessam essas mídias para obter informações sobre o que pretendem comprar.

As redes sociais são utilizadas pelos entrevistados principalmente para acesso e compartilhamento de informações (43%), mas também são percebidas como um espaço pessoal (32%) ou que permitem pertencer e ser aceito em grupos de amigos (24%), além de possibilitar expressar desejos e mostrar um lado que as pessoas desconhecem (22%) ou descontrair fugir da pressão diária e ter liberdade de expressão (21%).

Para o estudo "Decodificando as Necessidades Digitais", foram entrevistados 1.000 usuários, com 16 a 35 anos, residentes em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Fonte: Marketing Digital

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A Apple estreou na Nasdaq em 2011 com valor de mercado superior a US$ 300 bilhões, cotação com a qual jamais havia encerrado um pregão e que consolida a empresa como a segunda mais valiosa do mercado mundial.

 

Após o fim do primeiro pregão do ano, as ações da gigante da tecnologia eram negociadas a US$ 329,57 por unidade, após ter subido US$ 7,01 em apenas um dia, ou seja, alta de 2,17%.

Com o avanço desta segunda-feira (03), a companhia dirigida por Steve Jobs terminou o dia com valor de mercado de US$ 302,32 bilhões.

Apesar do recorde, a empresa ainda está longe dos US$ 375,95 bilhões da petrolífera americana Exxon Mobil, a mais valiosa.

Com a sequência de altas de sua cotação na bolsa, a companhia criadora dos computadores Macintosh e dos populares iPod, iPhone e iPad já havia superado, em maio, a sua eterna concorrente Microsoft, que hoje terminou com o valor de US$ 239,38 bilhões.

Há apenas dois anos, a Apple nem figurava entre as 50 maiores cotações do mundo, lista que na qual a brasileira Petrobras aparece com valor de US$ 163,59 bilhões.

Em 2010, a cotação da companhia registrou alta de 56,39%, enquanto nos últimos cinco anos subiu 358%.

O avanço desta segunda-feira foi obtido apesar das persistentes queixas dos usuários do iPhone em todo o mundo, que, pelo terceiro dia consecutivo, reclamam de problemas em sua função despertador, que desde a chegada de 2011 vem falhando.

Fonte: Folha de São Paulo

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